sábado, 19 de setembro de 2009

Vida cretina.

" A vida é cretina, mesmo. Mas, ao menos, tenho você. Não preciso de significados quando minha cabeça encosta no teu ombro. Não preciso de sentidos quando escuto tuas palavras. Não preciso de palavras quando vejo os teus olhos. Não preciso das lágrimas quando encontro o seu sorriso. A vida é cretina, mesmo, mas você a torna melhor. "

Abandono.

Elle - Você vai embora?
Renan - Vou. Não há mais o que fazer aqui.
E - Sempre há!
R - Você não me entende...
E - Eu tento. Fugir do problema não é solucioná-lo. Você sabe disso, sabe que está com medo.
R - Eu tentei de tudo por você. Cumpri promessas, visualizei um futuro bom. Fiz de mim mesmo o seu ser. Fiz de dois, um só. Sempre tentei contribuir com você, até mesmo nos dias que você me virou o rosto. Sorri até mesmo nos dias que o mundo desmoronava, só para fazer você sorri, também. Fiz das suas palavras, lindas canções. Fiz do seu sorriso, a pintura do meu céu. Então, hoje, com toda a certeza que há nesse mundo, eu posso dizer-te: "eu não estou com medo. Eu já vivi o bastante para adivinhar as consequências. Não é medo, é frustração".
E - Eu não sabia que havia te magoado tanto.
R - Não, você não sabe, mesmo. Você nem acredita nas coisas que eu enfrentei. Você não vê as coisas que eu encontrei. Você não conhece o caminho que trilhei. E é justamente por você desconhecê-lo, que hoje eu partirei. Assim, você jamais saberá por onde deixei meu passos.
E - Só posso desejar-te sorte.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Um tempo, até segunda.

William - Entenda que eu não quero que você mude!
Dianne - Eu sei. Mas mesmo que você quisesse... eu não posso mudar.
W - Eu só queria que certas coisas fossem diferentes.
D - Eu sei, William. Eu sei.
W - Acho que se você fosse embora, sofreriamos menos.
D - Compreendo. Acho que vou embora, então...
W - Jamais esqueça que você é importante para mim.
D - Não esquecerei. (...) Nos vemos na segunda-feira?!
W - Sim, nos vemos. Eu só preciso de um tempo para pensar, Di.
D - Então você o terá.

domingo, 19 de julho de 2009

Perdão.

Marc - Você não vai me perdoar?
Julianne - Eu não sou boa nessas coisas.
M - Que coisas? O perdão?
J - É.
M - Que bobagem, todo mundo pode perdoar.. é só querer.
J - Não é assim para mim.
M - Mas todos erram... você não perdoa ninguém?
J - Não. Eu não acredito no perdão.
M - Mas eu jamais faria isso com você, novamente.
J - A questão não é essa. Talvez você não faça, mesmo. Mas eu não vou esquecer o que você fez... Eu não acredito no perdão. O perdão, na verdade, só existe para que as pessoas possam errar livremente. O perdão é só a esperança de que tudo ficará esquecido.
M - Mas todo mundo erra.
J - E eu sei disso.
M - E então?
J - Mas nem todo mundo perdoa.